sexta-feira, 6 de maio de 2011

Refugiados: problema para o mundo - desafio para a Igreja.

Estive em Tel Aviv na semana passada com um grupo formado por várias igrejas, principalmente batistas, para um trabalho de distribuição de literatura e assistência social.

Fiquei perplexo com a realidade que encontrei ali, pois não me avisaram, com antecedência, com quem iríamos trabalhar.

Chegamos à uma região mais pobre daquela bela, rica, planejada e jovem Cidade de Israel, às margens do Mediterrâneo, em torno das 16hs.

O cenário, na medida em que nos aproximávamos do local onde nos instalamos, foi surpeendente para mim, pois não esperava encontrar naquele lugar tanta gente de várias partes do mundo, predominantemente asiáticos e africanos. Estes últimos, em sua grande maioria, refugiados das guerras, problemas políticos e religiosos do Norte da África em especial.

Calcula-se em torno de 50 milhões o número de refugiados no mundo, sendo que a maioria destes vivendo em seus próprios países, mas em condições extremamente difíceis.

Este tem se constituído em um problema cada vez maior para países europeus e americanos que precisam dar refúgio à levas de refugiados, mas que não estão preparados e nem mesmo interessados nesta avalanche de seres humanos que procuram lugar para viver em paz, onde possam desfrutar de liberdade e prosperidade.

Se isto se tornou um problema para muitos, para a igreja é um grande desafio, não somente de evangelização destes que em seus próprios países nunca tenham sido alcançados, talvez, mas também de procurar sensibilizar os governos e opinição pública mundial para este grave problema imposto a seres humanos criados á imagem de Deus, sem direito à sua própria terra em razão de pobreza extrema, guerras e perseguições político-religiosa.

Segue um pequeno vídeo do trabalho em Tel Aviv




4 comentários:

  1. Shabat Shalom lechá, chaveri!

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  2. Ok Chaver, gam lechá.
    Grande abraço para ti.
    Mande notícias.

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  3. Mais uma vez impecável na apresentação!

    Abraços em verde e amarelo.

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  4. Obrigado Diego. Tua opinião é muito importante para mim, já que és da área.

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